Tristeza...
Há um ano, mais ou menos, eu fiz a maior burrada que poderia ter feito.
Por extravagância, vaidade, frivolidade.
O que acontece em Salta, fica em Salta, certo?
Não. Meu coração, quando se tocou de tudo, não deixou ficar só em Salta. E eu me arrependo muito de tudo o que aconteceu.
Machuquei covardemente a única pessoa no mundo que não poderia machucar. Feri, à queima-roupa, indecentemente, e a deixei sangrar.
Procurei tampar os ferimentos com desculpas sinceras, mimos, declarações de amor verdadeiras.
Infelizmente, o estrago foi muito maior do que eu poderia imaginar. E os remendos não adiantam.
O coração dói de lembrar seu choro sentido, seu olhar triste, sua voz tremida, entrecortada por soluços.
O coração dói de lembrar da minha covardia, da minha falta de caráter, da minha futilidade.
Logo eu, tão cheia de princípios, tão cheia de moral.
Hoje você ainda não consegue esquecer, e isso me lembra, a cada segundo, tudo o que te fiz passar. E dói. E sei que dói muito pra você.
Não sei quanto tempo mais vou conseguir lidar com essa dor, e nem sei mais quanto tempo você também vai conseguir.
Tudo o que eu sei é que te amo. Te amo como nunca amei ninguém. Queria te fazer a mulher mais feliz do mundo, mas acho que estraguei a chance, irreparavelmente, há um ano atrás, em Salta...
Eu te amo, e continuo acreditando veementemente que não tenho o direito de proferir uma palavra sobre o acontecido. Meu único dever é te ouvir, e este é também o meu desejo, meu direito, se assim você decidir.
Por extravagância, vaidade, frivolidade.
O que acontece em Salta, fica em Salta, certo?
Não. Meu coração, quando se tocou de tudo, não deixou ficar só em Salta. E eu me arrependo muito de tudo o que aconteceu.
Machuquei covardemente a única pessoa no mundo que não poderia machucar. Feri, à queima-roupa, indecentemente, e a deixei sangrar.
Procurei tampar os ferimentos com desculpas sinceras, mimos, declarações de amor verdadeiras.
Infelizmente, o estrago foi muito maior do que eu poderia imaginar. E os remendos não adiantam.
O coração dói de lembrar seu choro sentido, seu olhar triste, sua voz tremida, entrecortada por soluços.
O coração dói de lembrar da minha covardia, da minha falta de caráter, da minha futilidade.
Logo eu, tão cheia de princípios, tão cheia de moral.
Hoje você ainda não consegue esquecer, e isso me lembra, a cada segundo, tudo o que te fiz passar. E dói. E sei que dói muito pra você.
Não sei quanto tempo mais vou conseguir lidar com essa dor, e nem sei mais quanto tempo você também vai conseguir.
Tudo o que eu sei é que te amo. Te amo como nunca amei ninguém. Queria te fazer a mulher mais feliz do mundo, mas acho que estraguei a chance, irreparavelmente, há um ano atrás, em Salta...
Eu te amo, e continuo acreditando veementemente que não tenho o direito de proferir uma palavra sobre o acontecido. Meu único dever é te ouvir, e este é também o meu desejo, meu direito, se assim você decidir.
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