Jogar pro alto?

Fim de semestre pós-greve na UnB é sempre desesperador. Somando-se a isso duas pós-graduações (uma latu sensu e outra strictu sensu) e mais uma atividade de extensão. Agora, adicione um acidente com sua namorada e vinte mil coisas pra você resolver.
Assim têm sido minhas últimas 4 semanas.
Stress, stress e mais stress.
Hoje eu li uma coisa no twitter que acaba se encaixando à minha situação: quanto mais se esforçar para agradar aos outros, mais vai passar por ridículo.
Desde antes do acidente eu to correndo atrás de tudo, dando o meu melhor, mais do que isso, até.
Tanto pra ela quanto pra faculdade. Orientadora, professoras, coordenadoras.
E quanto mais eu me esforço, mais eu me canso, e mais ridícula me mostro.
To cansada.
Quero jogar tudo pro alto.
Não importa quantas vezes você acerte ou quão grandiosos sejam esses acertos: ao seu menor erro, todos esses acertos serão definitivamente esquecidos e você volta a valer absolutamente nada. Aliás, você volta a ser irresponsável, displicente, "malandro", quem não quer nada da vida.
Na boa, se é pra ser chamada disso tudo e ter os erros todos jogados na minha cara, prefiro me forçar a ser isso tudo. Assim, pelo menos, as pessoas vão poder falar com alguma autoridade.
Estou quase no meu limite, tanto físico quanto psicológico.
E, pro meu bem, se nada melhorar, mando tudo às favas.

Comentários